segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Parabéns pra você!

Recadinho pra minha patroa.

Embora certamente fosse mais calminha, sem você a minha vida seria um raio d'um outono!

Parabéns e obrigado!

Bejuuuuuu!

Livro do mês

...Nada se cria; tudo se copia!!
Portanto, plagiando o Eric (lá da UFF) - que publica uma lista de músicas prediletas - tive a não menos brilhante idéia de indicar um livrinho por mês. Afinal, ler um livro por mês não mata ninguém, certo?

Então vamos lá! O nosso primeiro indicado éééééé...

Não verás país nenhum
, de Ignácio de Loyola Brandão.

O tema é excelente. Dá pra notar algumas influências científicas, como a filosofia de Nietzsche... Enfim, é joinha, joinha!

Boa leitura e não se esqueçam: desconfiem com todo seu espírito da lista dos dez mais!!!

sábado, 27 de setembro de 2008

Cacete de agulha!

Triste é saber que mesmo comemorando a crise no bolso do tio sam o resultado pra gente não é nada animador.

Ô cacete de agulha!

Joinha, joinha!

Depois de tanta dor de cabeça por causa de uma saidinha com um travesti um notável jogador de futebol chegou à conclusão. Vai tomar uns conselhos com o cantor Sergei e virar pansexual!
O amor é lindo, não?

Aceita-se sugestões

Visando otimizar o serviço de utilidade pública do nosso bologue, o honorável-ypsilones presidente desta renomada instituição solicita gentilmente a colaboração da comunidade (aproximadamente 5 leitores e 3/4) no sentido de propor a adição de outros bologues e/ou sites ora considerados relevantes por V. S.as aos menus suplementares.

E tenho dito!

Obrigado.

Página 22

Embora me cerque de reservas em face do discurso que se elabora, pus o link da revista Página 22 no menu de sites interessantes. Ao menos, serve como um forum de discussão sobre meio ambiente.

Link para o site: http://www.pagina22.com.br/

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

O impensável aconteceu

Leiam esse ensaio do Boaventura de Sousa Santos, publicado na Agência Carta Maior. Permite ficar a par dos possíveis resultados da crise financeira norte-americana.

O Estado deixou de ser o problema para voltar a ser a solução; cada país tem o direito de fazer prevalecer o que entende ser o interesse nacional contra os ditames da globalização; o mercado não é, por si, racional e eficiente, apenas sabe racionalizar a sua irracionalidade e ineficiência enquanto estas não atingirem o nível de auto-destruição.

Link para a publicação: http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3981