terça-feira, 10 de março de 2009

Em homenagem ao Rainho...

Ainda não sei o porquê... Despencou do peitoril da janela e deu no chão. De maneira tal que um pedaço da hélice divorciou-se do resto. Foi necessário desligá-lo.
Tentei ligá-lo novamente, mas, amargando a falta do fragmento que se fora tinha crises de epilepsia, tremia-se todo - além do dano primariamente detectado o eixo havia empenado levemente.
Desmontei-o. Não foi difícil. Retirei a peça fraturada e resgatei a porção complementar que repousava no interior da carcaça à revelia de qualquer coisa. Remendei com araldite e retalhinhos de poliéster e remontei pensando: Supimpa!!
Pluguei na tomada. Liguei pra testar. Funcionou! Obaaaaa!
Hoje - por causa do eixo envergado e uma pá da hélice mais pesada que as outras duas (fruto do reparo realizado) - o pequeno circulador de ar ronda a casa a tremer e asoprar na direção que lhe apetece, completamente alheio à nossa vontade e ao calor que tem feito. Ronca como um helicóptero, só que preso ao chão. Óbvio.
Ao menos sabemos que a máquina desobediente não fugirá de casa, ansiosa com as novidades do mundo lá fora, afinal, o fio condutor é o limite!

11 comenta aí, amizade!:

Vanessa Motta disse...

Meu Deus do céu...de onde vem tanta loucura...??

rsrsrsrsrsrs

Wellington Rainho disse...

Meu primo chegou a Brasília. Veio do Sul, de Torres.
Dormi muitas noites em sua varanda da sala.
O bater do mar, a lua, a brisa e os arrepios que o corpo ensaiava, tocavam a madrugada.
Saudades de Torres, dos perdidos na noite, da amplidão e prazeres da vida.

Meu primo chegou, só não se acostumou com o calor,
com o ritmo da cidade, com os passos desincronizados.
Se vizinhos fossemos, te pediria um pouco do vento de seu “helicóptero”,
servir a meu primo.

Como moramos longe,
vou servir idéias,
redações
e camaradagens virtuais.

Falarei de um mundo de percepções,
emoções e ventanias.
Aonde o calor é energia,
aonde a vida é poesia.

Fabiano Barreto disse...

Querida Vanessa,

é simples: parei de tomar o "frontal" e o "Rivotril", sacou?

Beijo nêga!

Fabiano Barreto disse...

Rainho,

grande é o privilégio de ser brindado com essas palavras!

Se não me engano, você é ateu, mas, que Deus continue abençoando essa mente!

Muito obrigado, cara!

Um abraço!

guilhermina, (ataulfo) e convidados disse...

Quando vc desmontar o relógio, dá pra fazer um aviãozinho? Deve dar pra ir para mais longe... rsrsrs
Bj
Guilhermina

Susanna disse...

hahahahahahah!!!

Eu estava lá, dia desses, e ouvi o "o fio é o limite"... Risos meus, risos da Amanda [naquele momento, brigada com você]...

Ótimo!!

Fabiano Barreto disse...

Guilhermina,

Considerando que o projeto de fazer do relógio um aviãozinho possuirá maior complexidade e, uma subsequente cadeia de contingências, digo que topo a empreitada.

Agora, voar no "bichinho" é outro departamento...

:):):):):)

Um abraço!

Alice disse...

É...sensação estranha vê-lo andando...e ele nem sabia onde queria chegar...mas ele andava e andava...e o fio...[o fio era o seu limite] hahhahahahahaha

PS: Óculos de burguesa véia é sacanagem!!! hahahhahahaha

Amanda disse...

Sinto informar que nosso Cazuzinha continua louco e, pelo visto, nem o fio poderá contê-lo!!!
Bjus (não brigados)!

Susanna disse...

Cazuzinha??

Ai não... Agora que virou mascote da casa é que marido não vai resolver isso nunca mais mesmo!

Fabiano Barreto disse...

Su,

A hélice até poderia ser substituída. O eixo do motor daria um trabalho dos diabos.

Então...

Deixa o bichinho assim mesmo. A gente compreende elezinho!