sábado, 20 de setembro de 2008

Coquetel de inauguração

É isso aí, psit! hoje é um dia de entusiasmada celebração, 'causo que tamo aí com esse tal de brog, né!!!!!
Tamo apostando alto nessa parada - que tem tudo pra dar errado, né!!
Abordaremos em nossas enquetes temas absolutamente relevantes na pauta de discussão da sociedade supramuderna-contêmporânea-pósqualquercoisa, certamente adornados por utopias mil, lisergia, rebeldia sem mensura e, a reboque de tudo isso, adrenalina em doses cavalares.
Poi' bem (ou mal?! - vai saber????), vamos a ver no que é que isso vai dar!
Num oferecimento do frigorifico Brasil - por que o nosso cachorro é amarrado com lingüiça!!! - Taí esse baguio no ar!! (hic!!)

(o tiozinho da foto ficou todo animado, viu!)

4 comenta aí, amizade!:

anjinluz disse...

ahuhauhauahauahuuahua

cunhadãoooooo

to estreando o post é??

puts
chorei de ri aqui!! rsrsrsrs

bejoOOOOOOO

valeu pela visita!!

Rodrigo disse...

Faaaaaaala, meu querido irmão!

Todo ser humano necessita de tratar de suas banalidades (e olha que estas as vezes são muitas). Fora as banalidades alheias. Pois quem não gosta de falar e tratar das banalidades, tampouco conseguirá tratar das coisas mais urgentes, densas e indispensáveis dessa nossa curta, fugaz e instantânea existência. Afinal de contas, há de se ter bom humor sempre, seja no trato das banalidades, seja nas ditas realidades mais sérias da vida.
É indispensável falar de banalidades, pois as banalidades são indispensáveis à vida. Não há vida que não tenha um que de banal. Sem, contudo, banlizarmos a vida. É indispensável, sem dúvida, que banalizemos as caras carrancudas daqueles que não sabem saborear a vida, inclusive as banalidades, que são certamente indispensáveis para que o peso do ar se torne mais suportável.
Portanto, não venhamos a banalizar a importância desse blog temático, tão indispensável nesses dias banais, onde realidades centrais como o amor, a afetividade gratuita, a amizade desinteressada, a fidelidade a ideais pelos quais morrer se necessário, a solidariedade sincera, a fraternidade sem muros, a necessidade de trancendência,êxodo constante de descentramento do "Eu" no encontro do Outro e dos outros, tornam-se hoje, elementos indispensáveis como antídoto contra a banalização da vida.

Parabéns meu amigo por este espaço!

Do seu irmão-amigo,

Rodrigo Condeixa.

Susanna disse...

Marido (da Amanda),
Apesar de minhas críticas e grande surpresa em vê-lo adotando uma postura que se rende aos imperativos e ideais burgueses (não poderia perder a oportunidade lindíssima de te zoar no seu blog!!! rsrsrs), estou aqui para dizer que, dada minha admiração por você e pela inteligência que sua mente abarca, farei o "esforço" (rsrs), quase que sobrenatural, de comparecer ao seu "brog" para acompanhar seus raciocínios / análises / questionamentos / juízos de valor, sempre muito perspicazes e pertinentes, que, além de tudo, concentram uma boa dose de análise ultra-crítica da realidade que nos circunscreve.
Pode ser uma boa experiência, e, quiçá, uma ótima forma de aproveitar este espaço, por vezes tão banalizado e "reificado", como costumamos conversar no aconchego do seu lar, entre um café e um suco de “zuva”.
Enfim, desejo sorte nesta nova empreitada! Boas trocas com o mundo sem fronteiras e limites da internet! Mas por favor, não comece a dormir de meias, ou vamos ter de te internar!! rsrsrsrs

Carinho,
Susanna

Amanda disse...

Bem, como minha querida Su e meu caro Rodrigo falaram tudo, quem sou eu pra tentar ainda alguma coisa?rsrsrsr
Marido (meu) é o seguinte:banalidades fazem parte do cotidiano e entre uma e outra rola um "desetresse" (credo,professora!)
Reforço o que Su escreveu:lá em casa quem dorme de meias sou eu, tudo bem?E que continue assim!